Sep 23 2011

#Forum10: A primeira festa-debate com shows, cerveja e transmissão ao vivo

Kishi

A #Forum10, festa que celebrará os 10 anos da Revista Fórum e que acontece neste sábado na Casa do Fora do Eixo em São Paulo (rua Scuvero, 282, Cambuci), está com a programação de debates praticamente fechada. Serão nove mesas e um momento que estamos chamando de Arena Livre. A programação será transmitida ao vivo pela internet (este blog, por exemplo, vai estar lincado) a partir das 10h do sábado. Algo mais ou menos na linha do que foi o 48h no primeiro e no segundo turno da última eleição presidencial, mas agora com uma grade organizada.

Dispenso-me de comentários a respeito da qualidade dos debatedores. Só preciso agradecer a cada um deles que se dispôs a participar do evento na mais absoluta camaradagem. O que mostra que a rede colaborativa que estamos construindo é capaz de ações muito ousadas. E bonitas.

Mas não pense que o evento será só com debates. É festa. E não vai faltar festa.

Desde as 14h uma série de bandas do Fora do Eixo estará se apresentando no confortável estúdio da casa. Entre elas, a Los Porongas, do Acre, e o Macaco Bong, que já é bastante conhecido entre os jovens, em especial a galera da Cultura Digital. Eles tocaram, por exemplo, no Show Futurível, na abertura do 2º Fórum de Cultura Digital Brasileira, que vai ter sua 3ª edição no Rio em dezembro de 2 a 4 de dezembro, no MAM.

Além dos shows e dos debates o pessoal da Casa do Fora do Eixo está articulando várias intervenções artísticas: malabares, grafites, esquetes teatrais etc. E, claro, como é festa brazuca vai ter cerveja, cachaça e caipirinha.

Todos estão convidados. É passe livre. Se faltar algo, os organizadores não terão a menor inibição em organizar a vaquinha. O que importa é que a festa sirva para celebrar a data e ao mesmo tempo nos ajude a testar um novo tipo de formato de evento. Se der certo, o Pablo Capilé, do Coletivo Fora do Eixo, já manifestou interesse em reproduzi-la em outras cidades.

Para finalizar, toda essa programação foi organizada a partir da colaboração dos que se dispuseram a ser os provocadores do evento: Ivana Bentes, Maria Frô, Rodrigo Savazoni, Sérgio Amadeu, Rodrigo Vianna e o Lino Bochinni. Além, claro, de toda a galera do Fora do Eixo, que está co-organizando a festa com a Revista Fórum. Sem eles seria impossível mobilizar tanta gente boa, tanta gente inteligente.

Programação de Debates


10h: Que desafios democráticos nos impõem as novas possibilidades de comunicação?

Sergio Amadeu – Ativista digital, doutor em Ciências Sociais e professor da Universidade Federal do ABC

Ivana Bentes – Doutora em comunicação e diretora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ)

Guilherme Varella – Graduado e mestrando em Direito pelo Largo São Francisco (USP), gestor cultural e músico. Atua com advogado do Instituto de Defesa do Consumidor ((Idec)

Pablo Capilé– Produtor cultural, idealizador e co-fundador do Espaço Cubo, em Cuiabá, um dos coletivos fundadores do Circuíto Fora do Eixo, em 2005.

Renato Rovai – Jornalista, mestre em Comunicação pela ECA-USP, midialivrista, blogueiro sujo e editor da Revista Fórum

Alexandre Schneider – secretário de Educação da cidade de São Paulo

11h30: juventude, ruas e rede: o desafio da política

Carolina Rovai – Estudante de Ciências Sociais e estagiária da Revista Fórum

Cauê Ameni – Estudante de Ciências Sociais e estagiário do site Outras Palavras

Lais Melini – Coletivo Fora do Eixo


12h: O Legado do Fórum Social Mundial e dos dias de Ação Global para a era das Redes

Henrique Parra – Professor Doutor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

Fábio Malini – Professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), blogueiro e ativista da Rede Universidade Nomade.

Lia Rangel – Jornalista, fundadora da Casa de Cultura Digital, foi coordenadora da TV Brasil, Canal Integracion e coordenou a experiência de jornalismo participativo no Roda Viva, da TV Cultura.


13h: Um século para impropriedades: o comum e o sustentável

Miguel S. Vieira: Editor –  Graduado em filosofia e especializado em propriedade intelectual. Cursa doutorado em educação, sobre o tema “Bens comuns intelectuais e mercantilização”.

Ale Abdo – Cientista molecular e commonista praticante, pesquisador da Fiocruz, professor convidado do departamento de computação do IME-USP e organizador de cursos livres sobre colaboração e compartilhamento.

Rodrigo Savazoni – Ativista e realizador multimídia, fundador da Casa da Cultura Digital, diretor-geral do Festival CulturaDigital.Br (www.culturadigital.org.br), integrante do Grupo de Pesquisa em Cultura Digital e Redes de Compartilhamento da Universidade Federal do ABC.


14h: Orientação Sexual, gênero e um certo comportamento estúpido

Vange Leonel – cantora, compositora e escritora. Autora do livro Grrrls – Garotas Iradas.

Maria Frô – Historiadora e blogueira.

Tica Moreno – Organização Sempreviva Feminista, ONG que gerencia o escritório da Marcha Mundial de Mulheres (MMM).


15h: Política, movimentos e rede

Victor Farinelli – Jornalista, colaborou como correspondente free lancer na Argentina para diversos meios (Estadão, Lance, entre outros). Mora no Chile desde 2006, onde colabora com o portal Opera Mundi. Tem realizado reportagens sobre o movimento dos estudantes chilenos.

Bruna Angrisani – Jornalista, formada pela Universidade Católica de Santos, e pós-graduada em comunicação audiovisual pela Universidad de Santiago de Compostela. Atualmente reside em Barcelona, onde participou do Movimento dos Indignados e esteve nos acampamentos da Plaza Catalunya. Organiza o blog Naranja Orgánica.

Juan pessoa – Jornalista, participou da campanha de internet de Dilma Roussef, no Brasil, e de Ollanta Humala, no Peru.

Lino Bochinni: jornalista e blogueiro do Desculpe a Nossa Falha.


Debate 16h:  Blogosfera política: seus efeitos e contornos

Luis Carlos Azenha –  Jornalista e blogueiro.

Rodrigo Vianna – Jornalista e blogueiro.

Dennis Oliveira – professor da Universidade de São Paulo e blogueiro.

Eduardo Guimarães – representante comercial e blogueiro.


17h: De que economia estamos falando?

Luis Nassif – jornalista e blogueiro.

Marcio Pochmann – economista e presidente do IPEA.

Ladislau Dowbor – professor de Economia da PUC-SP.


18h30: O Caso Zara, imigração e trabalho escravo

Leonardo Sakamoto – Diretor da Repórter Brasil, blogueiro, jornalista e doutor em Ciências Sociais.

Paulo Illes – Diretor do Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante (CDHIC).

Adriana Delorenzo – Jornalista, repórter da Revista Fórum e editora do blog das Cidades.


19h15: Arena livre e entrevistas com participantes da festa.

20h– mesa de encerramento com os provocadores e equipe da Fórum.

Reunião Paralela – Um site para São Paulo

Às 14h blogueiros e ativistas digitais paulistanos estão convidados para a reunião que vai discutir a criação de um novo site para São Paulo. Esse site vai tratar basicamente das questões de São Paulo e tem por objetivo ser construído de forma colaborativa.

Coordenação da reunião: Rodrigo Vianna, Glauco Faria, Adriana Delorenzo e Márcia Brasil.

Apresentação inicial do projeto: Renato Rovai

Esta reunião está fora da programação que será transmitida por questões técnicas.



Jun 26 2011

A CIBERCULTURA EM TRANSFORMAÇÃO: Poder, liberdade e sociabilidade em tempos de compartilhamento, nomadismo e mutação de direitos

Kishi

A ABCiber, o Itaú Cultural e a
Pluricom Comunicação Integrada
têm a honra de anunciar o lançamento de

A CIBERCULTURA EM TRANSFORMAÇÃO
Poder, liberdade e sociabilidade em tempos
de compartilhamento, nomadismo e mutação de direitos

[E-book online]
[http://abciber.org/publicacoes/livro2]

Eugênio Trivinho
com Angela Pintor dos Reis
e equipe do CENCIB/PUC-SP
(Organização)

Textos de

Adriana Amaral
André Lemos
Diana Domingues
Erick Felinto
Eugênio Trivinho
Fátima Régis
Fernanda Bruno
Francisco Rüdiger
Gilbertto Prado
Gisela G. S. Castro
Lucia Santaella
Lucrécia D’Alessio Ferrara
Luisa Paraguai
Marco Silva
Marcos Palacios
Rogério da Costa
Sandra Portella Montardo
Sergio Amadeu da Silveira
Sueli Mara Soares Pinto Ferreira
Suely Fragoso
Yara Rondon Guasque Araújo

Apoio
CAPES – Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

Apoio cultural
Pluricom Comunicação Integrada

Capa e layout
Paulo Alves de Lima (Webdesigner - CENCIB/PUC-SP)

Programação, produção gráfica e editoração eletrônica dos textos
André Franzosi Kishimoto (Webmaker - CENCIB/PUC-SP)

[Mais informações na Ficha Técnica da obra.]

Sinopse

A obra reúne textos de importantes pesquisadores brasileiros em torno do fenômeno historicamente emergente e transnacional da cibercultura, a formação sociotecnológica correspondente ao desenvolvimento contemporâneo do capitalismo tardio, articulado e modulado pela apropriação coletiva de media interativos e do ciberespaço.

Segundo ebook online da Coleção ABCiber, aberto ao acesso universal, o projeto concentra e aprofunda preocupações teóricas, epistemológicas e metodológicas a respeito das principais características do processo civilizatório aí pressuposto, de base multimediática avançada – suas origens, seu estado da arte, suas tendências e horizontes –, e, em particular, de como ele se expressa no Brasil, seja por seus aspectos pro blem áticos, seja por sua diversidade e suas potencialidades.

Como tal, a obra complementa o ciclo reflexivo e crítico aberto pelo primeiro volume da Coleção, totalizando um manancial próspero de argumentações que abarcam diferentes campos de atuação humana, como o da ciência, da pesquisa e do ensino, do jornalismo e da fotografia, da música e do entretenimento, do ciberespaço, das “redes sociais” e da vida cotidiana, e assim por diante, bem como várias áreas de conhecimento, entre elas a Comunicação, a Ciência da Informação, a Sociologia, a Filosofia, a Semiótica, a Ciência Política, o Direito, a História, a Educação, a Psicologia, as Artes e o Design.

Sob esse arco interdisciplinar, a espinha dorsal explícita ou pressuposta das sete Partes da obra envolve, fundamentalmente, as relações entre poder, liberdade, sociabilidade, mobilidade e transformação, conceitos nucleares complexos que, como fios condutores d a s argumentações propostas, mormente quando entrelaçados – relações de poder sob a égide das pulsões por liberdade; sociabilidade segundo a ética do compartilhamento, da cocriação e do contágio; e mobilidade à sombra da renovação de direitos –, nomeiam, não por acaso, os próprios fios condutores precípuos do processo civilizatório atual. Esse mosaico de fatores articulatórios radica, por sua vez, no bojo de processos específicos tão diferentes quanto aparentemente desconexos, abrigados na obra, a saber: a construção e consolidação de um campo emergente de conhecimento e o respectivo povoamento da divisão social do trabalho intelectual; as estruturas dinâmicas do capitalismo cognitivo, o acoplamento fatal entre ente humano, equipamento e rede, as configurações sociotecnológicas da inteligência coletiva, as modalidades de expressão e visibilidade do sujeito e do corpo no ciberespaço, as formações discursivas dos agentes promotores da ci be rcultura, o status sociotécnico de hierarquia e os estilos de vida no horizonte do nomadismo digital; o reescalonamento interativo da micropolítica, a recriação e colonização de novos espaços de atuação, urdidura e partilha nas cidades e na rede, a lógica da recombinação, do commons e das práticas colaborativas, e os contraditos legítimos à perpetuação da propriedade intelectual; a protuberância social invisível da videovigilância, a realização voyeurística e lúdica do controle generalizado e a mercantilização online das paixões e afetos; a superação coletiva do paradigma positivista de pensamento, os modos de criação e exposição pública da arte digital e a afirmação epocal de competências cognitivas e de práticas de consumo, entre outros processos relevantes.

Em especial, os textos apreendem, direta ou indiretamente, os pendores aleatórios e incertos de transformação interna do metabolismo sociotecnológico, político-jurídico, espaço-corporal, estético-subjetivo e ético-prático da cibe rcultura – pendores que afirmam e reescalonam a indeterminação e imprevisibilidade estruturais da fase ciberespacial da vida humana.
Nesse contexto, os capítulos se perfilam, com igual intensidade, na apreensão – explícita ou implícita – do híbrido como empiria processual multilateral e, em razão disso, simultaneamente, como noção privilegiada de época.

Em muitos textos, sobreleva-se o exercício reflexivo necessário de tensão que desfia, além dos aspectos anteriormente citados, a estrutura sociocultural, político-econômica e tecnológica dos media de massa, a tradição da permissão legal, as limitações ao acesso aos media, redes e dados, as formas de interatividade precárias, o ensino e aprendizagem enrijecidos por métodos e procedimentos defasados, as tendências ciberufanistas e a segregação digital.

Mais que tudo, o s fios condu tores, os focos principais e as temáticas nucleares da obra condicionam a detecção qualificada das formas socioculturais e infotecnológicas do híbrido, do imaterial e do móvel sem perder de vista o norte da defesa ética necessária da liberdade e da solidariedade como valores universais, nisso se equacionando, em identidade fidedigna, com os princípios de base e com a trajetória da ABCiber – Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura no Brasil.

TEMAS PRINCIPAIS

Cibercultura – Civilização mediática – Cultura contemporânea
Capitalismo cognitivo – Feudalismo informacional
Ecologia pluralista da cultura e das linguagens

Divisão social do trabalho intelectual
Campo interdisciplinar de estudos

Contraculturas – Subculturas
Comunidades virtuais – Redes sociais

Espaço físico / concreto / geográfico / urbano – Cidades – Meio ambiente – Lugar
Ciberespaço – Espaço digital / virtual – Sistemas/territórios informacionais
Territorialização e desterritorialização

Cultura/comunicação/meios de massa – Comunicação online
Meios digitais / cibermídia – Mídia locativa
Tecnologias móveis – Cultura da mobilidade – Nomadismo
Virtualidade – Realidade virtual
Realidade misturada / aumentada
Computação ubíqua
Plataformas multiusuários
Interfaces multissensoriais / tangíveis
Redes temáticas – Bancos de dados
Imagens – Fotografia
Fotologs Blogs
Hibridismos – Espaço/espacialidade híbrida –  Cultura/realidade híbrida

Mudança / transformação

Poder – Micropolítica

Cognição / conhecimento – Competências cognitivas
Inteligência coletiva
Trabalho imaterial

Sujeito – Corpo – Corpo-mente – Corpo-espaço
Experiência sensória – Atenção – Percepção – Memória / memória estendida
Paixão – Amor – Afeto – Prazer – Voyeurismo
Subjetivismo – Racionalização

Sociabilidade – Modos de viver – Estilos de vida
Socialização online – Inclusão social

Interação humano/computador – Interatividade
Participação – Compartilhamento – Práticas colaborativas em rede

Indústria da intermediação – Cultura da permissão – Propriedade intelectual –
Controle da ciência e da cultura
Visibilidade – Controle, vigilância e monitoramento eletrônicos – Espetáculo

Direitos (vigentes e emergentes)
Tecnologias recombinantes – Remixagem – Pirataria
Acesso aberto – Commons
Liberdade – Cultura livre

Educação – Docência e aprendizagem interativas – Ambientes virtuais de aprendizagem
Ciência – Conhecimento científico (acesso, avaliação e impacto) –
Produção/comunicação científica
Ciberjornalismo
Ciberarte – Experimentações artísticas em mídias digitais
Música (cadeia de produção e consumo)
Entretenimento (massificado e digital)
Práticas de consumo

Metodologias de análise
Critérios/indicadores de avaliação de qualidade de produto digital


Jun 1 2011

V Simpósio Nacional da ABCiber

Kishi

Estão abertas as inscrições para o V Simpósio Nacional da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura (ABCiber). De caráter científico e cultural, o evento aceita propostas de artigos científicos, mesas temáticas, oficinas, performances e exposições — sempre necessariamente relacionados ao campo de estudos da cibercultura, encarada de forma ampla, como categoria atinente à fase tecnológica atual do capitalismo.

O V Simpósio Nacional, que acontece entre os dias 16 e 18 de novembro próximo, já tem confirmadas as presenças de Giselle Beiguelman, de Enrique Rivera e de Cícero Inácio da Silva, que coordenarão as sessões plenárias especiais, além das participações, como keynote speakers, da polonesa Joasia Krysa, curadora, escritora e professora universitária, diretora fundadora do KURATOR, uma combinação de plataforma curatorial e projeto de pesquisas, e do americano Jon Ippolito, artista plástico, escritor, curador e pesquisador que atua na insterseção das artes contemporâneas com as novas mídias.

O Simpósio, uma promoção da ABCiber no Brasil, será realizado em Florianópolis, pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Para mais informações sobre a proposição de trabalhos, a programação do Simpósio e novidades a respeito, basta acessar o site www.simposio2011.abciber.org ou acompanhar os boletins do V Simpósio da ABCiber. Também estão disponíveis os perfis de @abciber2011 nas redes sociais Cultura Digital e Twitter, bem como a página do evento no Facebook.

E-mail para informações: abciber2011@gmail.com


May 19 2011

Kishi

Este blog está bastante desatualizado… Preciso criar vergonha na cara e voltar a escrever… Em breve…


Feb 23 2010

A Cibercultura e seu Espelho

Kishi


Nova publicação de ABCiber / Itaú Cultural. O livro é uma coletânea de trabalhos do I Simpósio Nacional de Pesquisadores em Comunicação e Cibercultura (PUC-SP, 25 a 29 de setembro de 2006). Está disponível online e pode também ser baixado e PDF, gratuitamente, no endereço: abciber.org/publicacoes/livro1

Fiz toda a diagramação e programação, tanto da versão HTML como do PDF. Deu bastante trabalho, mas foi muito legal. E o resultado final, gratificante. Um dos autores, o prof. Eugênio Trivinho, é meu orientador de mestrado na PUC-SP. Também trabalho com o outro autor, o prof. Edilson Cazeloto, no grupo de pesquisa Cencib,  e conheço diversos dos pesquisadores autores dos artigos. São todos ótimos! Recomendo a leitura.

 

FICHA TÉCNICA

Categoria
E-book online egresso de evento de associação científica nacional
[Ref. I Simpósio Nacional de Pesquisadores em Comunicação e Cibercultura (PUC-SP, 25 a 29 de setembro de 2006); evento de fundação da ABCiber - Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura (www.abciber.org)]

Título/subtítulo
A CIBERCULTURA E SEU ESPELHO
Campo de conhecimento emergente e nova vivência humana na era da imersão interativa

Organizadores
Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto

ISBN
978-85-63368-00-3

Concepção do projeto e responsabilidade editorial
CENCIB – Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Comunicação e Cibercultura da PUC-SP

Editores
ABCiber – Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura (CNPJ: 11.294.169/0001-18)
End. com.: Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica (PEPGCOS) da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Rua Ministro Godoy, 969, 4. andar, bloco B, sala 4A-08, Perdizes, São Paulo/SP, CEP 05.008-000
www.abciber.org

Instituto Itaú Cultural
Av. Paulista, 149 – São Paulo/SP
www.itaucultural.org

Apoio
CAPES – Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
Setor Bancário Norte, Quadra 2, Bloco L, Lote 06, Brasília/DF, CEP 70.040-020
www.capes.gov.br

Planejamento, supervisão e edição geral
Eugênio Trivinho

Edição adjunta
Edilson Cazeloto

Concepção visual (capa e layout)
Paulo Alves de Lima

Programação, produção gráfica e editoração eletrônica dos textos
André Franzosi Kishimoto (webmaker)

Obtenção do ISBN na Biblioteca Nacional
Heloisa Prates Pereira

Elaboração da Ficha Catalográfica
Zaira Regina Zafalon

Revisão e edição final dos textos
Eugênio Trivinho
Edilson Cazeloto

Normalização (NBR ABNT 6023/2002 e 10520/2002)
Bárbara Barbosa (CENCIB/PUC-SP)

Revisão técnica final
Eugênio Trivinho

Divulgação eletrônica
Ana Lúcia Moura Fé, Angela Pintor, Michelle Prazeres, Paulo Alves de Lima e André Franzosi Kishimoto

Data de publicação
Dezembro de 2009

Referenciação bibliográfica completa, conforme NBR 6023/2002 da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
TRIVINHO, Eugênio; CAZELOTO, Edilson. A cibercultura e seu espelho: campo de conhecimento emergente e nova vivência humana na era da imersão interativa. São Paulo: ABCiber; Instituto Itaú Cultural, 2009. Livro eletrônico (online). 166 p (versão em pdf). (Coleção ABCiber, v. 1). Disponível em: <http://www.abciber.org/publicacoes/livro1/>. ISBN 978-85-63368-00-3.

Endereços para correspondência
CENCIB – Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Comunicação e Cibercultura  da PUC-SP
Rua Ministro Godoy, 969, 4. andar, bloco B, sala 4A-08, Perdizes, São Paulo/SP, CEP 05.008-000
cencib@cencib.org
cencib-pucsp@yahoo.com


EDITADO NO E DISTRIBUÍDO A PARTIR DO BRASIL
EDITED IN AND DISTRIBUTED FROM BRAZIL


Feb 23 2010

Faz sentido…

Kishi

O que faz sentido é a afirmação, claro, não a “verdade”… hehe
Para Nietzche, a verdade nada mais é do que o ponto de vista aceito socialmente pela maioria das pessoas. Então…

Uma amiga mandou o link dessa foto via Twitter hoje e achei que caberia aqui.
O endereço original:

http://oddlyspecific.com/2010/02/funny-signs-yes-it-doesnt/

gabrielajuns

Feb 14 2010

Happy New Year!

Kishi

Ou melhor:


Jan 5 2010

Iceberg?

Kishi

Vi hoje este filme da campanha contra o aquecimento global do Greenpeace Alemanha. Muito foda! Ideia e roteiro simples, mas impacto grande (porrada!):

Acho que não precisa nem entender alemão apra captar a mensagem, mas a tradução é algo assim: “Em 30 anos, o verão não haverá mais gelo no Ártico. O clima precisa de você!”

Na verdade, 30 anos é uma previsão otimista. Projeções recentes indicam que isso pode acontecer já nos próximos 5 ou 6 anos.

Nota: Para que não sabe, nos últimos anos muitos ursos polares têm sido encontrados mortos (ou estão desaparecendo)  devido ao derretimento excessivo no Ártico. Com a redução do gelo, eles têm sido obrigados a nadar distâncias muito maiores, ficam fadigados e acabam por morrer afogados.


Dec 17 2009

Devaneios da madrugada…

Kishi

Li agora há pouco o livreto “O Suplício do Papai Noel”, de Lévi-Strauss. Divertido e muito instigante, remete a algumas reflexões sobre os dias que estamos vivendo (aquecimento global, COP15) e a época das festas natalinas e de final de ano.

Bom, basicamente, direto ao assunto e em seguida vou para a cama curtir algumas escassas horinhas de sono.

Tecnicamente, Papai Noel é o filho pródigo do capitalismo. Com a ascensão do sistema mundo afora, empurrado pela Revolução Industrial, a degradação do meio ambiente pela humanidade também foi acelerada.  A utilização desenfreada de combustiveis fósseis como matriz de geração de energia fez explodir a concentração de gás carbônico na atmosfera. Todo mundo está “careca” de saber: mais CO2, maiores temperaturas em todo o planeta.

Com o aquecimento global, as calotas de gelo irão derreter. Consequentemente, a Groenlândia e o Pólo Norte virarão água. Papai Noel mora no Pólo Norte e, portanto, vai ficar sem casa. Então, ou ele morre junto com seus comparsas (talvez afogado, como está acontecendo com os ursos polares que, há alguns anos, aparecem na TV tomando um refrigerante melado escuro) ou vira um sem-teto, refugiado da “Guerra do Clima”.

Então, o capitalismo condenará seu próprio filho pródigo à morte. Ou lhe dará o mesmo tratamento destinado a milhões de pessoas em todo o planeta. Se assim for, será mais um sacrificado em algum ritual/procedimento “miraculoso”, uma oferenda da humanidade aos mortos em busca de algum milagre da salvação (vide o livro do Lévi-Strauss, você entenderá melhor esta colocação*).

Agora, eu vou “prá caminha”. Bom dia!

* O livro tem só 46 páginas, tamanho 126×186 mm.

** Não tem jabá nenhum para eu falar do livro. Sugeri a leitura porque gostei muito. Mas, se você não quiser ler, pergunte para mim pelos comentários que eu explico essa história de sacrifício/oferenda.


Oct 23 2009

Pesquisas em cibercultura

Kishi

Muito interessante, vale à pena. Fiz parte da comissão organização do evento do ano passado, ocorrido na Puc. Este ano é na ESPM. Já fiz minha inscrição e vou participar. Recomendo a todos que tiverem interesse e puderem ir. Além de mestrandos e doutorandos em cibercultura e afins, vários dos maiores pesquisadores e especialistas do país sobre o assunto participam do simpósio. E o preço é muito mais baixo do que essas palestras com os “papas” da área, que vira e mexe pipocam na mídia ou nos e-mails.

SimposioABCiber_CallForPapers